Prazo final
18 de junho
O áudio que vai tocar no palco e a lista de quem vai dançar.
- Arquivo de áudio do remix (MP3 ou WAV)
- Lista completa de participantes da dança (PDF ou DOCX)
Nota zero se não entregar até esta data.
Enviar agora03 de Julho
17h30 · Praça dos Bois
“A cultura junina como identidade, resistência e responsabilidade de quem a herda.”
Porto da Folha · Sergipe
Quatro entregas. Quatro formulários. Cada um com seu prazo. Não cumprir implica nota zero — sem recurso.
Prazo final
18 de junho
O áudio que vai tocar no palco e a lista de quem vai dançar.
Nota zero se não entregar até esta data.
Enviar agoraPrazo final
22 de junho
O texto que vai ao palco e o vídeo que vai ao telão.
Nota zero sem envio até 22/06. Cordel com mais de 10 estrofes: nota zero.
Enviar agoraPrazo final
23 de junho
O vídeo que convida a comunidade. Publicado simultaneamente no Instagram da escola em 24/06 às 19h.
Nota zero se não entregar ou ultrapassar 1 minuto.
Enviar agoraPrazo final
25 de junho
Os arquivos que vão para impressão e os itens físicos de cada barraca.
Arquivos em alta resolução, aprovados pela turma antes do envio.
Enviar agoraComo a roda de forró, a roda de repente — a roda que o povo forma quando a festa começa.
Espetáculo · Abertura
A festa abre com uma quadrilha junina tomando o palco e anunciando que o arraial começou.
Espetáculo · Documentário
Até 10 minutos. Das raízes ao hoje dos festejos juninos. Produzido pelos estudantes. Narrado ao vivo.
Competição · Prova pontuada
Xote, baião, quadrilha raíz. Cada turma apresenta. Avaliado por júri dentro de cada categoria. Máx. 8 min.
Competição · Prova pontuada
Cordel autoral declamado ao vivo com vídeo no telão. Máx. 10 estrofes. Avaliado por júri.
Espetáculo · Festivo
Apresentação coletiva de todas as turmas, sem divisão de categorias. Não pontuado — é espetáculo puro.
Espetáculo · Participação
O sanfoneiro toca, um aluno puxa a comunidade para dançar. A praça vira arraial.
Espetáculo · Encerramento
Adilson do Acordeon fecha a noite com forró pé de serra ao vivo.
Cinco provas. Cada uma vale até 100 pontos. A nota final é a média das cinco.
| Prova | Quando | Máx. |
|---|---|---|
| Vídeo de mobilização (visualizações no Instagram) | Antes do evento | 100 |
| Barraca temática | No dia do evento | 100 |
| Dança típica junina | No palco | 100 |
| Cordel autoral | No palco | 100 |
| Desmontagem e limpeza da barraca | Após o evento | 100 |
| Nota Final | (Vídeo + Barraca + Dança + Cordel + Desmontagem) ÷ 5 | 100 |
O Arraial
Resgate, sabores e mapeamento cultural
O Sertão
Literatura, crítica e preservação cultural
Projeto Junino “O País do Forró”
Centro de Excelência Governador Lourival Baptista · Porto da Folha · Sergipe · 2026
Sergipe é o estado do forró pé de serra, terra de sanfoneiros, de repentistas e de quadrilhas que contam histórias. Mas essa identidade está em processo de erosão cultural. As novas gerações participam da festa sem compreender o que estão celebrando.
Este projeto nasce da urgência de fazer com que os jovens vão além da participação no São João e compreendam sua origem, seus símbolos e seu valor, e se tornem guardiões dessa herança.
O formato escolhido é o de uma ocupação cultural na praça pública, com barracas temáticas organizadas por turma e um palco de atividades coletivas, aproximando a escola da comunidade.
O nome do projeto, O País do Forró, é inspirado na música do cantor e compositor sergipano Rogério, que faleceu no dia 13 de agosto de 2014, aos 57 anos, mas nos presenteou com “Chamego Só”, na qual ele canta “Sergipe é o País do Forró, de noite e de dia é forró...”
O palco central, montado na Praça dos Bois, é o coração do evento. Ele vai muito além de ser apenas o espaço das apresentações. É lá onde tudo que foi construído nas barracas ganha voz, imagem e emoção diante da comunidade.
Cada momento da noite foi pensado para criar um espetáculo completo, do primeiro verso ao último acorde.
As atividades do palco são chamadas de A Roda, como a roda de forró, a roda de repente, a roda que o povo forma quando a festa começa. Cada atração é um momento dessa roda.
| Momento | O que é | Caráter | Como funciona |
|---|---|---|---|
| Abertura | Quadrilha Junina "O País do Forró" | Espetáculo | A festa abre com uma quadrilha junina tomando o palco e anunciando que o arraial começou. |
| Documentário “O País do Forró” | Documentário único | Espetáculo | Até 10 minutos. Das raízes ao hoje dos festejos juninos. Produzido por grupo de estudantes. Narrado ao vivo. |
| Dança Típica Junina | Prova pontuada | Competição | Cada turma apresenta seu número de dança junina. Avaliado por júri dentro de cada categoria. Sem limite de quantidade de estudantes. |
| Cordel no Palco | Prova pontuada | Competição | Cada turma apresenta seu cordel autoral declamado ao vivo. Avaliado por júri dentro de cada categoria. O cordel tem um limite máximo de 10 estrofes. |
| Quadrilhão | Quadrilha coletiva | Espetáculo | Apresentação festiva e coletiva de todas as turmas, sem divisão de categorias. Não pontuada; é espetáculo puro. |
| Forró Aberto | Participação do público | Espetáculo | O sanfoneiro toca, um (ou mais) aluno puxa a comunidade para dançar. A praça vira arraial. |
| Encerramento: O País do Forró | Show ao vivo | Espetáculo | Adilson do Acordeon fecha a noite com forró pé de serra ao vivo. |
Cada uma das 12 turmas monta e anima sua própria barraca na praça. Turmas da mesma série compartilham a temática central, mas cada uma desenvolve um recorte diferente, criando diversidade dentro da unidade e um critério natural de avaliação entre barracas da mesma categoria.
O nome do Projeto deve estar bem destacado em cada barraca, assim como o tema central, a identificação da turma e o tema da própria barraca, como no exemplo:
Ensino Fundamental
Duas barracas | memória e mapeamento cultural
8º ano MA
Histórias do São João contadas por quem viveu.
Item da barraca: Fanzine impresso9º ano SC
O Brasil tem um coração que bate no compasso do forró.
Item da barraca: Mapa cultural impresso1ªs séries do Ensino Médio: Barracas dos Sabores (3 turmas)
Cada turma explora um universo diferente da culinária junina. O público percorre as três barracas como uma degustação cultural completa.
1ª série CM
Do campo à festa: a história dos grãos que fazem o São João.
Item da barraca: Pé de moleque embalado artesanalmente1ª série EC
A terra guarda o que a mesa celebra.
Item da barraca: Bolo de macaxeira em fatia1ª série RR
Onde há fogo, há festa. Onde há festa, há vida.
Item da barraca: Copo de quentão (versão sem álcool disponível)2ªs séries do Ensino Médio: Barraca do Cordel (4 turmas)
Cada turma explora uma vertente da literatura popular nordestina. As quatro barracas formam um sarau itinerante dentro da praça.
2ª série AR
A poesia que celebra, namora e dança.
Item da barraca: Cordel autoral impresso e ilustrado2ª série GR
A voz do povo que questiona e não se cala.
Item da barraca: Xilogravura autoral impressa em papel kraft2ª série ML
A palavra que não espera: nasce, rima e resiste.
Item da barraca: Livreto “Repentistas do Nordeste”2ª série IN
Os causos, assombrações e mistérios que cercam a festa.
Item da barraca: Almanaque de lendas nordestinas3ªs séries do Ensino Médio: Barraca da Resistência (3 turmas)
As turmas finalistas assumem o papel mais reflexivo do projeto: documentar, questionar e propor. Cada uma aborda um ângulo diferente do declínio e da preservação da cultura junina no Brasil.
3ª série AS
O que não se nomeia, se perde. O que se perde, some.
Item da barraca: Manifesto impresso assinado pelos alunos3ª série MA
Raiz ou evolução? O forró no banco dos réus.
Item da barraca: Marcador de livro com QR Code da playlist comentada3ª série AE
Guardar é escolher o que não pode morrer.
Item da barraca: Carta aberta impressaO evento está marcado para o dia 03 de julho de 2026. Com o lançamento oficial realizado na semana de 14 de maio, o projeto dispõe de quase sete semanas para ser executado. O cronograma abaixo foi desenhado para ser realista, exequível e com folga suficiente para que cada turma produza com qualidade.
| # | Fase | Descrição | Período |
|---|---|---|---|
| 1 | Lançamento e sensibilização | Aula inaugural com músicas, vídeos e debate. Cada turma conhece sua temática, seu artista de referência e começa a pesquisa. | 14 a 16 mai |
| 2 | Pesquisa e produção por turma | Desenvolvimento dos conteúdos de cada barraca, com orientação interdisciplinar. Sorteio dos professores orientadores. Eleição dos líderes de turma para o Grupo de Trabalho. Visitas de músicos, mestres de quadrilha e artesãos à escola. Início da produção dos documentários e do vídeo ilustrativo do cordel. | 19 mai a 13 jun |
| 3 | Oficinas, ensaios e montagem | Ensaios da quadrilha e das apresentações do palco. Oficina de cordel e repente. Finalização dos documentários. Prazo de entrega do cordel e vídeo ilustrativo. Montagem visual das barracas. Prazo de entrega do vídeo de mobilização. Publicação no Instagram. | 16 a 30 jun |
| 4 | O Evento na Praça dos Bois | Abertura das barracas às 17h30, avaliação do júri, A Roda no palco, show de encerramento com forró pé de serra ao vivo. Comunidade e famílias convidadas. Após o evento, desmontagem e limpeza pelas turmas. | 03 jul |
O acervo não é um arquivo. É a memória viva do que os jovens de Porto da Folha decidiram guardar.
Ao final de cada edição do projeto, todos os produtos das 12 barracas são reunidos em dois formatos complementares, físico e digital, e permanecem na escola como patrimônio permanente.
Cada edição acrescenta uma nova camada. Daqui a cinco anos, o acervo contará não apenas o que foi o São João de 2026; contará como os jovens de Porto da Folha enxergaram sua própria cultura ao longo do tempo. Isso tem valor histórico real.
As turmas participantes competem dentro de suas respectivas categorias. A classificação é sempre interna ao grupo, ou seja, cada turma disputa apenas com aquelas que compartilham o mesmo universo temático.
8º ano MA, 9º ano SC, 1ª série CM, 1ª série EC e 1ª série RR.
Cinco turmas competem entre si: Barraca da Memória, Barraca do Mapa, Os Grãos, A Raiz e O Fogo. Temática comum: resgate, sabores e mapeamento cultural.
2ª série AR, 2ª série GR, 2ª série ML, 2ª série IN, 3ª série AS, 3ª série MA e 3ª série AE.
Sete turmas competem entre si: as quatro barracas do Cordel e as três da Resistência. Temática comum: literatura, crítica e preservação cultural.
| Prova | Pontuação máxima | Quando |
|---|---|---|
| Vídeo de mobilização (visualizações no Instagram) | 100 | Antes do evento |
| Barraca temática | 100 | No dia do evento |
| Dança típica junina | 100 | No palco |
| Cordel | 100 | No palco |
| Desmontagem e limpeza | 100 | Após o evento |
| Nota Final | (Vídeo + Barraca + Dança + Cordel + Desmontagem) ÷ 5 | |
Este regulamento disciplina a participação das turmas no Projeto Junino O País do Forró — edição 2026, realizado pelo Centro de Excelência Governador Lourival Baptista, Porto da Folha/SE.
As turmas são divididas em duas categorias:
Categoria A, O Arraial: 8º ano MA, 9º ano SC, 1ª série CM, 1ª série EC e 1ª série RR.
Categoria B, O Sertão: 2ª série AR, 2ª série GR, 2ª série ML, 2ª série IN, 3ª série AS, 3ª série MA e 3ª série AE.
A classificação final é feita dentro de cada categoria. Cada turma disputa apenas com as turmas do seu grupo.
O projeto será conduzido por um Grupo de Trabalho (GT) composto por: Robison Sá (idealizador do projeto), a equipe gestora da escola e um estudante líder representante de cada turma.
Cada turma possui dois líderes eleitos pelos próprios colegas. Para compor o GT, os dois líderes escolhem entre si quem fará a representação. Na ausência do representante titular, o suplente assume, garantindo a representatividade da turma.
São atribuições dos estudantes líderes no GT: discutir, opinar, propor, mobilizar a turma e ser coautor deste projeto.
Cada turma terá dois professores orientadores, responsáveis por acompanhar e orientar a produção da barraca, das provas e o cumprimento dos prazos.
Os professores orientadores serão escolhidos por sorteio, realizado por série/ano, sendo elegíveis somente os professores que lecionam na respectiva turma. A função é de natureza pedagógica e de compromisso com o projeto.
As provas da Barraca Temática, Dança Típica Junina e Cordel serão avaliadas por um júri de três membros por categoria, seis jurados no total.
É vedada a participação de professores da escola no júri. Os jurados poderão ser professores de outras escolas, representantes da Diretoria Regional de Educação de Sergipe (DRE’07), membros da comunidade ou convidados externos, preferencialmente ligados à tradição junina raiz.
Nenhum jurado poderá avaliar uma categoria com a qual tenha vínculo direto. As decisões do júri são soberanas e irrecorríveis.
A nota final de cada turma é composta por cinco provas, descritas a seguir.
Cada turma produz um vídeo de até 1 minuto convidando a população para o evento. O vídeo deverá ser entregue à organização até o dia 23 de junho (segunda-feira). Todos os vídeos serão publicados simultaneamente no perfil oficial do Instagram da escola no dia 24 de junho (terça-feira), às 19h, garantindo igualdade de condições entre as turmas. A contagem de visualizações encerra no dia 01 de julho (quarta-feira), às 19h, exatos 7 dias de mobilização. O roteiro do vídeo deve contemplar, em algum momento: o nome da turma, o nome do projeto, o tema central, a data, o local e o horário de início do evento.
| Visualizações | Pontuação |
|---|---|
| Até 500 | 20 pontos |
| De 501 a 1.000 | 40 pontos |
| De 1.001 a 1.500 | 60 pontos |
| De 1.501 a 2.025 | 80 pontos |
| 2.026 ou mais | 100 pontos |
Atenção: os jurados iniciarão a avaliação das barracas pontualmente às 17h30. Barracas não montadas, incompletas ou sem a presença de alunos responsáveis no momento da avaliação receberão nota zero nesta prova, sem possibilidade de recurso.
| Critério | Descrição | Máx. | Excelente | Bom | Regular | Insuf. |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Conteúdo | Informações corretas, aprofundadas e relevantes. Alunos demonstram domínio do tema. | 30 | 25–30 | 16–24 | 8–15 | 0–7 |
| Identidade visual | Barraca visualmente atraente, criativa, coerente com o tema da barraca e/ou do tema central. | 30 | 25–30 | 16–24 | 8–15 | 0–7 |
| Interação com o público | Alunos abordam, explicam e envolvem os visitantes com desenvoltura. | 25 | 21–25 | 13–20 | 6–12 | 0–5 |
| Organização | Espaço limpo, estruturado e com percurso intuitivo para o visitante. | 15 | 13–15 | 8–12 | 4–7 | 0–3 |
Cada turma apresenta no palco um número de dança junina: xote, baião, quadrilha raiz ou outra manifestação típica, sem limite de participantes. O remix musical utilizado na apresentação, junto com a lista de participantes, deverá ser entregue até 18 de junho. A duração máxima da dança deve ser de 8 min.
| Critério | Descrição | Máx. | Excelente | Bom | Regular | Insuf. |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Autenticidade | Dança genuinamente junina, com elementos tradicionais preservados. | 30 | 25–30 | 16–24 | 8–15 | 0–7 |
| Sincronia e técnica | Execução dos passos com precisão, harmonia e domínio da coreografia. | 30 | 25–30 | 16–24 | 8–15 | 0–7 |
| Figurino | Trajes típicos, caprichados e coerentes com a dança apresentada. | 20 | 17–20 | 11–16 | 5–10 | 0–4 |
| Expressividade | Alunos transmitem alegria, presença de palco e envolvimento com a apresentação. | 20 | 17–20 | 11–16 | 5–10 | 0–4 |
Cada turma apresenta no palco um cordel autoral, declamado ao vivo, com no máximo 10 estrofes. Durante a declamação, um vídeo ilustrativo será exibido no telão de LED. A entrega do cordel e a produção desse vídeo seguem os seguintes prazos e condições:
Em todos os casos, o vídeo deve estar em formato paisagem (1920×1080) e em alta resolução. O estudante que declama deve ensaiar exaustivamente para garantir a sincronização entre a narração e o vídeo.
O vídeo é obrigatório, mas não será critério de avaliação, servindo para tornar a declamação mais bonita e o evento cinematográfico e memorável.
| Critério | Descrição | Máx. | Excelente | Bom | Regular | Insuf. |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Qualidade literária | Rima, métrica e linguagem coerentes com a tradição do cordel nordestino. | 30 | 25–30 | 16–24 | 8–15 | 0–7 |
| Tema | Tema original, conectado à cultura junina e à proposta da turma. | 25 | 21–25 | 13–20 | 6–12 | 0–5 |
| Declamação | Ritmo, expressão vocal e corporal adequados à tradição oral do cordel. | 25 | 21–25 | 13–20 | 6–12 | 0–5 |
| Autoria | Texto visivelmente autoral, com voz própria. Não é cópia. | 20 | 17–20 | 11–16 | 5–10 | 0–4 |
Prova objetiva, sem júri. Após o evento, cada turma é responsável pela desmontagem completa de sua barraca e pela limpeza do espaço utilizado, dentro do prazo estipulado pela organização no dia do evento.
| Situação | Pontuação |
|---|---|
| Cumpriu integralmente: barraca desmontada, materiais recolhidos, lixo descartado corretamente, espaço entregue limpo dentro do prazo. | 100 pontos |
| Não cumpriu ou cumpriu parcialmente. | 0 pontos |
Um membro da comissão organizadora realizará a vistoria de cada espaço e registrará o resultado. A decisão é definitiva.
A nota final de cada turma é calculada pela média aritmética das cinco provas:
Nota final = (Vídeo + Barraca + Dança + Cordel + Desmontagem) ÷ 5
A turma com maior nota final em cada categoria será a vencedora.
Em caso de empate na nota final entre duas ou mais turmas da mesma categoria, os seguintes critérios serão aplicados em cascata:
O não cumprimento dos prazos abaixo implica nota zero na prova correspondente, sem possibilidade de recurso.
| Entregável | Prazo limite |
|---|---|
| Remix musical da dança típica + lista de participantes | 18 de junho (quarta-feira) |
| Texto do cordel + vídeo ilustrativo (1920×1080) | 18 de junho (quarta-feira) ou 22 de junho (segunda-feira), conforme explicado no Art. 5º, Prova 4 |
| Vídeo de mobilização (até 1 minuto) | 23 de junho (segunda-feira) |
| Materiais impressos das barracas (cordéis, mapas, fanzines, almanaques) | 25 de junho (quinta-feira) |
Os envios deverão ser feitos por meio dos formulários oficiais disponibilizados pela organização, acessíveis na aba Início deste site.
As penalidades abaixo serão aplicadas conforme a gravidade da infração:
Integram a programação do evento, sem pontuação: quadrilha junina de abertura, documentário cultural único “O País do Forró”, quadrilhão coletivo, forró aberto e show ao vivo. Essas atrações são parte do espetáculo e não influenciam a classificação final.
O documentário único será produzido por estudantes voluntários com habilidades em audiovisual, assessorados pela equipe de marketing contratada para a cobertura do evento, sob responsabilidade do Grupo de Trabalho.
A premiação das turmas vencedoras de cada categoria será definida pela equipe gestora e divulgada pela organização antes do evento.
Casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora, composta por Robison Sá e pela equipe gestora da escola. Os estudantes, como parte avaliada, não integram esta comissão por ausência de imparcialidade. As decisões da Comissão Organizadora são definitivas.